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domingo, 1 de abril de 2012


Para que complicar, quando a vida resume-se a simplicidade da nossa existência. As coisas más são criadas por nós, as coisas boas estão à nossa volta, criadas por quem a nós pertencemos, o planeta Terra, somos parte dele, e a ele voltamos sempre no final.
Basta estarmos atentos, e olharmos à nossa volta!

http://vimeo.com/39078923

domingo, 18 de dezembro de 2011

Conquista sem glória


By  frei Fernando Ventura;


"Se calhar, a maior conquista do tempo do medo que passa, foi precisamente esta de nos ter tirado a capacidade de ousar levantar a cabeça, de ousar olhar para além do imediato do já, em direção ao menos “imediato” do ainda não, mas que está e vive em tensão de devir, de futuro, de projecção para diante, num diante que encontra a utopia e faz dela o sonho, um sonho que vence o medo, um sonho que se abre à luz. Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!"

terça-feira, 6 de dezembro de 2011


‎"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!"
Charles Chaplin

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

vazio

vazio...
Algo que sentimos quando nos falta algo. Nada nos chega, temos gente á nossa volta que gosta de nós, nós admira, nos quer bem, mas nada chega. queremos sempre mais, queremos sempre aquilo que não temos.

O vazio cresce, cresce cada vez mais. vai consumindo o que temos de bom, consome-nos a alegria, o bem estar, consome-nos a vontade de estar com quem nos quer bem, com quem gosta de nós. No fundo, afasta-nos de quem nós precisamos, embora estejamos sempre lá mas apenas o corpo, não o espírito.
Há que seguir em frente! mesmo que o caminho continue a ser vazio. sem destino, sem hora de partida ou chegada, sem rumo, e sempre a espera que no final... que no final não se encontre vazio.

Preciso de ti, preciso que me preenchas a alma, que me faças rir, que em dês carinho. Não preciso que apareças e desapareças ou que nem existas. Não preciso de te sentir perto momentaneamente. Não sou forte, sou necessitado de alma, de alguém com alma, que me faça reavivar a minha chama, à muito apagada. E tu, por muito que não saibas que é contigo que estou a falar... lê as entrelinhas, olha-me nos olhos, e lê aquilo que eu não te consigo dizer, porque estou vazio, porque fico com um nó na garganta, e o meu silêncio é ensurdecedor, que não me deixa pensar, que não me deixa viver, que não me deixa usufruir em pleno das coisas boas que tenho na minha vida.

Tenho que te deixar, tenho que seguir em frente, porque há mais coisas na vida que importam. Mas não consigo... e já sei que amanhã vou voltar é estaca zero e começar de novo, até recair novamente.

Mas não é possível continuar assim, não podes destruir assim a minha vida, não posso deixar que mudes o meu estado de espírito, não posso deixar que me limites de encher o meu coração de alegria.Não mereces isso!
Eu por outro lado mereço ser feliz, no mundo daqueles que amo, no mundo daqueles que me querem bem incondicionalmente, e do qual não queres fazer parte, mesmo que não saibas que é de ti que eu estou a falar.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Medos...

Eu não tenho medo da Morte. Tenho medo sim de perder aqueles que amo!

Há momentos na nossa vida em que repentinamente perdemos alguém que amamos, não para a morte, mas para circunstancias da vida. E quando estas circunstâncias não estão dependentes de nós, dói ainda mais, quando temos a noção que fizemos tudo para não perdermos quem amamos.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

uma historia como tantas outras (ou talvez não)

Hoje decidi partilhar uma história, a história de alguém que um dia se apaixonou, assim como um raio de sol, que incide sobre as nossas cabeças, logo quando saímos de casa e nos aquece a alma.

Esta paixão, surgiu, assim mesmo! Enganem-se aqueles que acham que não é possível, mas é. Mesmo que o objecto da paixão pareça inacessível, prova é, de que quando se acredita, tudo é possível!

Pois bem, um dia, um convite inesperado para um passeio, sem destino, sem rumo, com um carro emprestado, que não era suposto, sem nada planeado, á base do improviso.
Correram-se quilómetros, nada conta, não importa quem passa, não importa qual o estado do ponteiro do combustível , qual a posição dos ponteiros do relógio, do sol, da lua, das árvores.

Só o momento conta!
No improvável passeio, improvisado, e sem rumo ou destino, passou-se uma tarde fantástica. Uma tarde que veio provar afinidades, sonhos, desejos.

No final, e já de regresso a casa, começa a surgir um sentimento de que não pode terminar ali. há que continuar, há que mudar a vida para que se possa continuar, há que... Há que ouvir uma musica! Uma musica vindo do acaso, na viatura emprestada, com um sistema de som desconhecido, sem noção do que tem para tocar, e, aparece um som, uma letra. Uma letra que define com precisão os sentimentos mútuos de duas pessoas que até a data, eram apenas meros conhecidos, passaram naquele momento a cúmplices, cúmplices de um momento, cúmplices de um sentimento mútuo, que era preciso assumir, desse por onde desse, fosse como fosse.

Assim naquele dia, aquelas duas almas decidiram juntar os seus sentimentos, e mudar as suas vidas para dar lugar á continuação daquela tarde.

No final, apenas digo que nada é eterno, mas mesmo sem ser, há momentos e sentimentos que valem pela vida, sabem muito bem e ficam-nos na memória, pelos bons momentos passados.

sábado, 26 de março de 2011

estados de espirito

Há dias em que alguém com um sorriso, nem que seja virtual, consegue mudar-nos o estado de espeirito. mas também há dias em que isso não é possível.

De quem é a culpa?