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segunda-feira, 24 de abril de 2006

Hoje, o dia foi mais bonito...

Na há nada melhor que uma reunião familiar, para despertar um pouco da noção de sorte que temos, em ter familia, amigos, enfim, gente que amamos, e que nos ama tambem.



Ontem, o dia foi razoável, como sempre Lisboa, fica vazia com estas miniférias. Sinceramente, não compreendo, como tanta gente a dizer mal da sua vida, que não há dinheiro para nada, e nestas alturas toda a gente desaparece...



Ponto alto, a visita de alguem para beber um cafézinho, que ajudou a tirar o resto de nuvem cinzenta que pairava sobre a minha cabeça. Tão ilustre pessoa na minha vida, a qual adoro, faz-me sempre sorrir, e sentir bem. Espero que o sentimento seja mutuo... alias, quase que tenho a certeza!



Bem hajas querida!

importação do anterior Blog!

Paixão

Paixão...

Amor é fogo que arde sem se ver

É ferida que dói e não se sente

É um contentamento descontente

É dor que desatina sem doer



Que sentimento este que corremos a vida a procura dele, mas assustamo-nos quando ela acontece. A incerteza, o aperto no peito de não ser, de não ser correspondido, o receio de estar a mais, o receio de não gostar, o receio de magoar e de ser magoado.


O respeito pelo seu espaço, a admiração por cada palavra, por cada gesto, por cada respiração, pela sua inteligencia.

O desejo de a fazer feliz, a mulher mais feliz do mundo, mas ainda assim sem a certeza de se ser correspondido.

Porque é que quanto mais velhos ficamos, mais complicamos as coisas. Era tão bom quando adolescente, era tudo tão colorido, tão facil... era tão facil amar. Viviasse nas nuvens, voava-mos juntos.

Hoje não, calculamos o risco de nos magoarmos, e se não calcularmos, somos irresponsaveis, pois existem outros valores na vida do que a paixão por outra pessoa.



Era tão bom se não crescessemos...