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segunda-feira, 26 de junho de 2006

Despedidas de Solteiro

Ontem estive numa despedida de solteiro... Não,nada daquelas cenas de strip tease, tão clichés destas alturas... Uma festa quase privada, de um bar onde o dono acabou por acolher mais uns quantos manos para a festa, onde inclui jantar, e uma lavagem de vista de se tirar o chapéu!

Isto porque a ordem da festa era ir de branco, e as mulheres como sempre respondem em unissono a estas coisas... Resultado, bando de homens ressabiados a olhar por entre o branco dos corsários, para ver o tipo de fio dental e ainda a marca da etiqueta...

Obviamente que não me excluo desta equipa, até porque nao sou de ferro, nem sou santo, e um homem não é de ferro!

Mas ouve uma coisa que me despertou o interesse... uma das miudas do bar, com olhar muito meigo, da qual colhemos ambos de elevada cumplicidade... bastava um olhar, e o pedido saía.

Pena que levei o carro, mas também ja não tenho muita paciencia para estas andanças e quando comecei a ver a malta a enfrascar-se... pirei-me.

Mas vim com a sensação de estar a fugir a algo, o que não sei, mas senti isso. Além de que a simpatia da bargirl, foi determinante para me sentir bem na festa, com muita pena que ela tivesse a trabalhar, grandes ajuntamentos, fazem-me confusão a imenso tempo.


Enfim, ao que parece o resto da festa correu bem (apesar de haver algumas baixas, com descargas no mar, e arrepios de frio repentinos).
Esta semana, vou arriscar ir ao bar em questão, para rever a bargirl, quanto mais não seja para ver aquele sorriso lindissimo, que contagia toda a gente. Sim porque não acredito que tenha sido o unico que seja contagiado por tamanha simpatia... apesar de ela ter outros atributos... que a contra luz obviamente ganha muitos mais adeptos. Ainda bem que eu reparei nela ante disso tudo.

segunda-feira, 1 de maio de 2006

Decididamente, cada vez complico mais a minha cabeça...


Porque é que as mulheres nao trazem manual de intruções? Ou melhor, porque é que eu tenho sempre a necessidade de complicar, quando estou sozinho a pensar no que não devo?



Aquela confiança que devemos de ter nas alturas certas, normalmente só aparece quando já não é preciso... e depois, é ver-nos em espiral interminavel até um fundo que não existe!



Porque é que eu sou assim? BOLAS!!!!!!!!!!

segunda-feira, 24 de abril de 2006

Hoje, o dia foi mais bonito...

Na há nada melhor que uma reunião familiar, para despertar um pouco da noção de sorte que temos, em ter familia, amigos, enfim, gente que amamos, e que nos ama tambem.



Ontem, o dia foi razoável, como sempre Lisboa, fica vazia com estas miniférias. Sinceramente, não compreendo, como tanta gente a dizer mal da sua vida, que não há dinheiro para nada, e nestas alturas toda a gente desaparece...



Ponto alto, a visita de alguem para beber um cafézinho, que ajudou a tirar o resto de nuvem cinzenta que pairava sobre a minha cabeça. Tão ilustre pessoa na minha vida, a qual adoro, faz-me sempre sorrir, e sentir bem. Espero que o sentimento seja mutuo... alias, quase que tenho a certeza!



Bem hajas querida!

importação do anterior Blog!

Paixão

Paixão...

Amor é fogo que arde sem se ver

É ferida que dói e não se sente

É um contentamento descontente

É dor que desatina sem doer



Que sentimento este que corremos a vida a procura dele, mas assustamo-nos quando ela acontece. A incerteza, o aperto no peito de não ser, de não ser correspondido, o receio de estar a mais, o receio de não gostar, o receio de magoar e de ser magoado.


O respeito pelo seu espaço, a admiração por cada palavra, por cada gesto, por cada respiração, pela sua inteligencia.

O desejo de a fazer feliz, a mulher mais feliz do mundo, mas ainda assim sem a certeza de se ser correspondido.

Porque é que quanto mais velhos ficamos, mais complicamos as coisas. Era tão bom quando adolescente, era tudo tão colorido, tão facil... era tão facil amar. Viviasse nas nuvens, voava-mos juntos.

Hoje não, calculamos o risco de nos magoarmos, e se não calcularmos, somos irresponsaveis, pois existem outros valores na vida do que a paixão por outra pessoa.



Era tão bom se não crescessemos...